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2 de agosto de 2011

Arte de Rua – Porque os soldados têm suas cabeças raspadas?

A primeira vez que conheci o trabalho de Blu logo postei aqui no blog, isso foi em Maio de 2011, para ver o outro trabalho da galera do Blu Blu “Clique Aqui” e confira um Grafite em Stop Motion. agora os artistas do Blu Blu ainda estão na ativa e continuam trabalhando com o Grafite da forma mais criativa possível.


Desta nova feita eles criaram um mural anti-guerra para o festival Draw The Line que acontece lá na Itália e isso gerou certa polêmica.

O mural consiste na idéia de mostrar porque os militares raspam a sua cabeça, o grafite mostra um processo que consiste em: raspar a cabeça, abrir a cabeça, retirar o cérebro e depois por o capacete militar.



Para muitos o projeto parece ser muito ofensivo, porém para os artistas isso é a mais pura realidade e eu sou da mesma opinião que os artistas.


11 de julho de 2011

As melhores artes com capacetes

O Capacete (ou Elmo) era um item indispensável para os guerreiros na idade media protegerem uma das partes mais importantes do corpo, a cabeça. Hoje em dia não é muito diferente, o capacete ajuda a salvar centenas vidas e é um item indispensável para quem anda de moto ou pratica esportes.


Para fugir do conceito básico dos capacetes comuns usados por motoqueiros, alguns artistas resolveram inovar criando capacetes criativos.


Alguns artistas usaram o grafite para estampar nos capacetes dos motoqueiros, personagens famosos da Marvel e DC como, por exemplo: Hulk, Homem Aranha, Homem de Ferro e outros.


Além desses personagens é possível ver capacetes com imagens de animais, paisagens e outras coisas confiram mais da arte em capacetes nas fotos abaixo:












8 de julho de 2011

Ragna Reusch Klinkenberg – Artista cria cabeças com grafite de lápis

A artista plástica Ragna Reusch Klinkenberg é famosa por esculpir de maneira detalhada rostos e até mesmo pequenos personagens, até então tudo bem, porém Ragna faz tudo isso usando apenas a ponta do lápis e o grafite.


A revista alemã Cicero que publica matérias relacionado a política, convidou Ragna para um trabalho especial: esculpir rostos de políticos da atualidade usando o lápis e grafite.


Ao todo foram 3 políticos da atualidade bem famosos como por exemplo Barack Obama, confira o resultado dessa arte que uni grafite, lápis, escultura e detalhes incríveis:




Esculturas na ponta do lápis:

PH from Felipe Cury on Vimeo.

5 de maio de 2011

Blu Blu - Grafite e Stop Motion

A galera do Blu Blu trabalha explorando a arte do grafite e os caras são realmente muito bons no que fazem.

Além de usar o grafite como arte eles também usam o Stop Motion para gravar vídeos e divulgam pela internet afora, o resultado dessa junção você confere no vídeo abaixo que fala sobre um ponto de vista “Não - Cientifico” sobre o inicio e a evolução da vida e seu fim, esse é um dos videos mais bem feitos que eu já vi na vida no estilo Stop Motion:


BIG BANG BIG BOOM - the new wall-painted animation by BLU from blu on Vimeo.

Achei esse post no Hypeness.

6 de abril de 2011

Bueiros Grafitados e criativos

Mais uma arte com grafite, em outro post nós vimos garotas com o corpo grafitado agora é a vez de conferirmos um pouco de arte na cidade e ver os bueiros grafitados que dão um ar totalmente diferente na cidade.
















14 de março de 2011

Garotas com o corpo grafitado

Como nós sabemos o Grafite é o nome dado às inscrições ou desenhos feito em paredes, o grafite tem mais historia para contar do que imaginamos, ele tem origem desde o Império Romano.


Mas o melhor de tudo é quando as pessoas invetam de brincar e modificar a arte e sabe qual foi o resultado de se tirar os grafites da parede? Confira a arte do grafite no belo corpo das garotas:

Aviso as imagens contem cenas de punho sexual, portanto olhe até aonde sua consciência acusar.






14 de janeiro de 2010

O grafite domesticado?

O mundo muda. De acordo com o seu tempo, mas muda. Prova disso é que até uma ou duas décadas atrás o grafite era uma arte marginal - quando era considerado arte -, que não caberia em outro local que não os muros da cidade, os quais os grafiteiros eram acusados de sujar. Hoje o grafite está no MASP, um dos museus de arte mais cobiçados da América Latina. Em cartaz até 5 de fevereiro, a mostra De Dentro Para Fora/De Fora Para Dentro reúne seis artistas do que hoje é chamado de street art ou arte urbana em solos tupiniquins.

Munidos de 600 latas de spray, 700 litros de tinta látex e materiais diversos, Carlos Dias, Daniel Melim, Ramon Martins, Stephan Doitschinoff, Titi Freak e Zezão cobriram 1,5 mil metros quadrados da galeria subterrânea do espaço. Para uns, uma mostra como essa é a prova maior de que o grafite está sendo domesticado, para outros, é a consagração de mais uma expressão artística. De um jeito ou de outro, uma coisa não pode passar despercebida: o grafite está em evidência.





Com um trabalho profundo e complexo, que remete ao abstrato e à arte conceitual, José Amaro Capela, mais conhecido como Zezão, é um dos nomes de maior destaque do grafite nacional. Crescido em meio ao punk, ao skate e à pichação, Zezão já trabalhou como motoboy e motorista de caminhão pelas ruas de São Paulo, cidade onde nasceu em 1971. Em um texto acerca do artista, Baixo Ribeiro, da Galeria Choque Cultural, afirma que foi a partir dessas vivências que Zezão "aprendeu a ver beleza onde a maioria das pessoas só consegue enxergar lixo, sujeira e desolação". Boa parte de seus grafites está nas galerias pluviais que levam aos rios paulistanos, entre eles o Pinheiros e o Tietê - pra lá de poluídos. Esses trabalhos se tornaram suas marcas registradas.

Sua obra está em diálogo direto com uma urbe cujos espaços públicos estão relegados a um segundo plano, com seus rios destruídos e com o lixo produzido por mais de dez milhões de pessoas. Além do grafite, Zezão produz em plataformas como fotografia, vídeo, instalação e performance. Seu currículo inclui exposições em Los Angeles, Paris, São Paulo e Praga. É sem dúvida um dos nomes mais importantes da arte urbana brasileira.



Descendente de japoneses, Titi Freak, pseudônimo de Hamilton Yokota, começou a trabalhar com arte nos estúdios de Maurício de Souza, da turma da Mônica, quando ainda era adolescente. O profissionalismo e o senso estético adquirido a partir dessa experiência fizeram com que ele se inserisse no mercado como designer e ilustrador. Em 1995, com mais de 20 anos de idade, Titi Freak conheceu o grafite. A partir disso, o artista começou suas experiências pelas ruas de São Paulo, onde mesclava sua excelência técnica com a improvisação típica da arte urbana. Suas influências perpassam referências típicas da cultura pop, como as HQs, os mangás e o imaginário da moda, e vão até clássicos como Picasso, Portinari e Matisse, compondo um estilo que fala a públicos de diferentes idades e procedências.

Nascido em 1974, Titi Freak já teve suas obras exibidas na galeria Acervo da Choque e tem um livro publicado, FREAK, com imagens de sua trajetória artística.


Também conhecido como ASA (Ao Seu Alcance), Carlos Dias é um artista cuja motivação é fazer uma arte profunda e expressiva, mas que permita a qualquer pessoa senti-la. Nascido em Porto Alegre, em 1974, Dias viveu boa parte de sua vida em São Paulo, onde participou de diversas manifestações de cultura jovem nos anos 80 e 90. Entre elas, o skate, o punk, a street art e o grafite em si, todas com forte influência sob seu trabalho. Povoada por personagens surreais distribuídos por cenários caóticos, sua obra é marcada pelas cores fortes que permeiam um mundo psicodélico, pop e expressionista.

Carlos Dias já participou de diversas exposições ao redor do mundo, inclusive uma coletiva intitulada São Paulo, que ocorreu em Los Angeles. Além das artes visuais, em que atua em diferentes suportes, Dias já tocou em bandas como Againe, Caxabaxa, Polara e escreveu músicas para grupos pop como CPM 22 e Cansei de Ser Sexy.



Pós-graduado em artes visuais, Daniel Melim aprendeu a pintar fazendo grafite e intervenção urbana. Natural de São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo, Melim nasceu em 1979 e já expôs na Choque Cultural, no Museu Afro Brasil, representou o Brasil na Bienal de Valência e participou da coletiva The Cans Festival, promovida pelo britânico Bansky - um dos grandes nomes da arte urbana mundial.

Tendo o estêncil - técnica de pintura sobre máscaras com imagens vazadas - como uma de suas principais características, Melim é um artista que valoriza a composição de suas obras, levando em conta questões como a distribuição das massas de cores e as texturas de suas imagens. Sua pesquisa artística remete a compêndios de clichês publicitários antigos, que simbolizam um mundo exageradamente feliz. Melim transforma esses clichês em estêncil e os aplica sobre diferentes plataformas de texturas. Atualmente, o artista está trabalhando no Projeto Limpão, que consiste em ocupar todo um morro de sua cidade natal com pinturas nas fachadas das casas e nos corredores e praças locais.



Formado em artes plásticas pela Escola Guignard de Minas, Ramon Martins é o mais novo dos artistas da exposição. Paulistano nascido em 1980, Martins funde a experimentação do estúdio com o espírito das ruas. Versátil, ele passeia pelo grafite, performance, instalações, esculturas e pintura em telas. Com influência de arte africana e indiana, o trabalho de Martins tem toques de sensualidade e características pop-psicodélicas.

Entre os projetos dos quais participou, destaca-se o R.U.A - Reflexo on Urban Art - Lines, Colours and Forms of Brazilian Urban Art, em Rotterdam. Na ocasião, ele e outros artistas brasileiros, como Speto e Onesto, pintaram grandes murais nas ruas da cidade holandesa.



Crescido em meio a manifestações religiosas diversas, Stephan Doitschnoff, também conhecido como Calma, traz em suas obras as influências dessas crenças tanto quanto as marcas deixadas pela cultura do skate e dos movimentos punk e hardcore de São Paulo, onde nasceu em 1977. Durante os anos noventa, o artista fazia capa de discos de bandas e trabalhou como assistente do cenógrafo Zé Carratú, pintando cenários para diversos shows. Ele começou a produzir arte de rua através da aplicação de pôsteres, adesivos e estêncis. De sua obra, emergem questões simbólicas e existenciais como redenção, culpa, paz, salvação, transcendência e outras em que o limite entre a arte e o sagrado é bastante tênue.

Um dos projetos mais conhecidos de Stephan se deu em Lençóis, no interior da Bahia, onde viveu de 2005 a 2008. Ele pintou diversas fachadas da cidade. De casebres e bares à igreja, os túmulos e a capela do cemitério local. O trabalhou deu origem ao documentário Temporal. Além disso, a editora alemã Gestalten publicou o livro The Art of Stephan Doitschinof.

Fonte

24 de novembro de 2009

Destaques do grafite nacional invadem o Masp

O Museu de Arte de São Paulo (MASP) recebe pela primeira vez a arte das ruas, que invadiu as galerias com grafites para romper os preconceitos em torno de uma expressão "marginal e sempre mal vista", segundo os próprios artistas.

Na exposição "De dentro para fora, de fora para dentro", inaugurada nesta sexta-feira (20), seis brasileiros saíram dos muros para mostrar seu trabalho em um dos museus mais reconhecidos da América Latina, que em 63 anos de existência jamais recebeu este tipo de expressão.

"São artistas muito ricos em linguagem, pertencem a mesma geração, mas têm estilos muito distintos", explica Baixo Ribeiro, curador da exposição.



A ideia do projeto foi integrar em uma mesma sala seis estéticas diferentes de arte das ruas para ocupar este espaço em branco.

Com esta exposição a "arte da rua adquire mais reconhecimento" entre o público brasileiro e permite "romper os preconceitos de uma arte marginal e que sempre foi mal vista", diz Zezão, que apresenta grafites, fotografias e uma instalação com vídeo.

A especialidade de Zezão são as redes de drenagem e esgotos da cidade, que grafita e depois volta para observar como seu trabalho se integrou ao ambiente e passou a fazer parte dele.

Apesar de expor na Europa e no Canadá, "porque é preciso viver de algum trabalho", Zezão diz que sua arte de rua é um presente ao povo: "na galeria a arte se vende, nas ruas ela é dada".

De fato, a arte de rua é uma corrente que exige uma certa sensibilidade do artista para se relacionar com o público, porque "se grafita uma parede e alguém não gosta, no dia seguinte o trabalho desaparece", explicou Ribeiro.


Titi Freak leva ao extremo sua proposta e combina a desordem das ruas com a estética disciplinada dos japoneses, com grandes rostos geométricos em negro, vermelho e branco.

Trata-se de "um pintor gestual, pinta muito com o corpo", diz Ribeiro sobre a técnica de trabalho de Titi.

Já Ramón Martins apresenta um desenho rebuscado e complexo, um quebra-cabeças gigante que sai da parede e se estende como uma longa mancha pelo chão, de forma sinuosa.

As caveiras e as cruzes com estruturas geométricas são o fetiche de Stephan Doitshinoff, que montou uma instalação em forma de "capela", com Bíblias abertas que mostram o caminho para o altar e uma cruz central com Jesús pintado com espinhos por quase todo o corpo.

Segundo Baixo Ribeiro, o estilo das ruas vem para satisfazer uma nova gama de consumidores que já não se sente atraída pela arte limpa e nítida. "O público jovem procura uma coisa mais suja", explica.

E é este novo público que o MASP, que possui a maior coleção de arte europeia da América Latina, quer agregar aos seus 2.500 visitantes diários

G1
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