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3 de outubro de 2011

Humor de Salto Alto Stand Up com Trio feminino




Para quem adora uma comédia não pode perder o Stand Up “Humor de Salto Alto” com as atrizes Criss Paiva, Marlei Cevada e Michele Machado no bar Berverly Hills, na zona sul Moema, em São Paulo todas as quintas-feiras.
O humor é por conta do trio feminino, mas cada apresentação recebe humor do sexo masculino para dar um incremento no espetáculo. A comédia “Humor de Salto Alto” aborda diversos assuntos proporcionando muitas risadas para platéia. 

Informações:

Humor de Salto Alto
Elenco: Criss Paiva, Marlei Cevada, Michele Machado e um convidado
Data: Todas as quintas
Local: Beverly Hills Bar
Endereço: Avenida Jurucê, 1001 – Moema – SP
Valor: R$ 25,00 inteira e R$ 12,00 meia
Capacidade: 120 pessoas
Classificação indicativa: 16 anos
Estacionamento: R$ 10,00

9 de dezembro de 2010

Parodia: O relógio ta de mal comigo

Vamos rir um pouco, a parodia que esse cara faz com o som do Kid Abelha rolando é demais.


Esse artista se apresentou no Teatro Cândido Mendes, lá sempre tem uma boa programação te esperando. Endereço: Rua Joana Angélica, 63 – Ipanema – Rio de Janeiro – RJ.

7 de maio de 2010

Teatro da Vertigem realiza seminário sobre o Bom Retiro

Até o dia 24 de maio, o Teatro da Vertigem realiza o seminário Bom Retiro: Sociabilidade Urbana e Segregação. A companhia convidou psicólogos, urbanistas, pesquisadores, historiadores e antropólogos para analisar a diversidade cultural e econômica do bairro.

As palestras acontecem sempre às segundas-feiras, às 19h30.



Serviço

Endereço: Rua Treze de Maio, 240, 1º andar.
Preço: Grátis.
Mais informações: (11) 3255-2713.


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23 de abril de 2010

Ópera Das Pedras - O Espetáculo Da Terra

O Sesc Ipiranga apresenta curta temporada da peça Ópera das Pedras - O Espetáculo da Terra, com direção de Denise Milan e Lee Breuer. A partir de um embate entre o magma e o quartzo, Agrégora (uma ametista de 220 milhões de anos) conta como o cristal se separa do basalto, se estrutura e alcança forças para explorar sua total potência.



A metáfora busca uma reflexão interior e o sentido de evolução de cada indivíduo. Os dramas da matéria e sua noção de vida representam os sentimentos e pensamentos humanos. Com dramaturgia experimental, a montagem rompe com o formato clássico da ópera.

Os intérpretes Wellington Nogueira e Badi Assad são acompanhados por uma camerata popular formada por cinco integrantes, conduzida pelo maestro Tiago Pinheiro. A música foi especialmente composta por Clarice Assad, Carlinhos Antunes, André Mehmari, Marco Antonio Guimarães e Naná Vasconcelos, além da própria Badi Assad.

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22 de abril de 2010

Espetáculo do Circo de Todo Mundo relembra trajetória do grupo

Boas notícias da organização não governamental Circo de Todo Mundo: espetáculo inédito e casa nova. A quinta montagem do grupo artístico da entidade, Identidades, estreia nesta quinta à noite na lona recém-aberta no Bairro Oswaldo Barbosa Pena, em Nova Lima, na Grande Belo Horizonte, que também marca a reinauguração do ponto de cultura Centro de Profissionalização Circo de Todo Mundo no local. A temporada vai de hoje a domingo e se repete de 22 a 25 deste mês.



Fundada em 1993 com o apoio do Movimento Nacional de Meninos e Meninas de Rua, a ONG atende crianças, adolescentes e jovens em situação de risco social de Belo Horizonte e região, ajudando a reinseri-los em âmbito familiar e social por meio de variadas atividades lúdicas. “O elenco desse espetáculo é composto por 13 artistas, todos formados pela entidade. Uns já são professores”, conta Fábio Machado, diretor de Identidades, que assina o roteiro com Eid Ribeiro.

O espetáculo tem como foco a trajetória desse grupo. A própria história do Circo de Todo Mundo será revisitada em números circenses. Os 13 jovens artistas que se formaram nas oficinas da ONG e hoje recebem bolsas de auxílio para dedicarem-se exclusivamente ao grupo artístico são o fio condutor da montagem.

Valendo-se de técnicas variadas como malabares, acrobacias, clown, mímica, equilibrismo em arame, aéreos, diabolô, lira e canastilha, o espetáculo é dividido em 15 quadros e quatro partes, intituladas “Do sonho”, “Encontros”, “Dos dissabores e das conquistas” e “Da profissionalização.” A montagem segue em tom de denúncia e superação, encenando inclusive o despejo do Circo de Todo Mundo em 2008, depois de batalha judicial. Por fim, é retratada a recuperação da entidade, com a aquisição da lona atual em Nova Lima.

Entre um quadro e outro, projeções de vídeos produzidos pela Tanto Design complementam a narrativa, com depoimentos dos jovens, familiares e profissionais envolvidos no processo. Os cenários e os figurinos, criados por Eduardo Felix, passam a ideia do cotidiano urbano. No picadeiro, Carla dos Anjos, Diego dos Santos, Euler Batista, Felipe Zago, Fernanda Flores, Frederico Alves, Graziella Duarte, Guga, Helberth Bruno, Rair França, Raihane Barbosa, Roseane Correa e Tiago Coelho.

AUTONOMIA

“Quando me convidaram para a direção, fui bem aberto para ouvir o que queriam. O desejo era de que fosse algo bem teatral. Passamos por obras de Shakespeare, mas vimos que não era o que queríamos. Trabalhamos com vivências, memórias boas e ruins. São histórias de trabalho infantil e abuso sexual, por exemplo. Mostramos como o trabalho de superação perpetua objetivos para a vida futura de cada um”, observa ele.

Fábio sabe o que fala. Antes desse trabalho, já havia atuado como professor da entidade e assistente de direção e coordenador artístico do grupo nas peças anteriores – Na corda bamba (1999), Circulando (2000), Folias tropicais (2002) e Senta que o leão é manso (2003). “Esse grupo se transforma agora num grupo profissional e baseado num processo de autogestão, ainda que continue vinculado ao Circo de Todo Mundo. Ainda não tem nome, mas terá autonomia”, afirma ele.

Identidades
Espetáculo do Circo de Todo Mundo. De quinta ao dia 17 e de 22 a 24 deste mês, às 20h, e nos dias 18 e 25, às 18h, na lona aberta na Rua José Agostinho, 2.335, Bairro Oswaldo Barbosa Pena, em Nova Lima. Referência de ônibus: 3832 (Belo Horizonte/Nova Lima). Ingressos: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia-entrada), à venda em Belo Horizonte (Rua Stela de Souza, 230, Sagrada Família); Nova Lima (no local do espetáculo e na Rua Groenlândia, 619, Jardim Canadá); e Betim (Av. Geraldo Campos, 432, Bandeirantes). Informações: (31) 3541-8694, (31) 2516-9530 e www.circodetodomundo.org.br

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20 de abril de 2010

TEATRO - A Poltrona Escura

O ator Cacá Carvalho retorna a São Paulo para apresentar o monólogo A Poltrona Escura, em temporada no Teatro Eva Herz. Com direção do italiano Roberto Bacci, o espetáculo se baseia em contos retirados dos livros Berecche e La Guerra eCandelora, do dramaturgo italiano Luigi Pirandello.



A peça é composta por três contos. O primeiro, intitulado Os Pés Na Grama, fala sobre a solidão de um pai viúvo, a cruel sucessão das gerações e o isolamento dos que vivem a última fase da vida. No segundo, O Carrinho De Mão, um advogado desmascara a miséria da condição humana em uma tragicomédia que revela inconfessável prazer. Por último, emO Sopro, um homem descobre ter o poder de matar o próximo apenas soprando os dedos e acaba por destruir a si mesmo.

Ficha Técnica
Autor: Luigi Pirandello
Direção: Roberto Bacci
Interpretação: Cacá Carvalho
Dramaturgia: Stefano Geraci
Cenário e figurino: Márcio Medina
Iluminação: Fábio Retti
Tradução: Anna Mantovani
Produção: Fondazione Pontedera Teatro/Itália


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1 de abril de 2010

Teatro: Dissidentes

O Sesc Consolação traz ao público uma adaptação do texto de um dos maiores dramaturgos franceses, Michel Vinaver. Com montagem do Núcleo Caixa Preta, o espetáculoDissidentes mostra como mãe e filho são obrigados a lidar com as mudanças e transformações de suas relações de trabalho.



A mãe (Cácia Goulart) separa-se do marido e fica abalada diante da possibilidade iminente de ser demitida, já que será substituída por uma máquina. Ao mesmo tempo, seu filho Felipe (José Geraldo Rodrigues) precisa encarar o primeiro emprego e a dura vida de operário.

Ficha Técnica
Texto: Michel Vinaver
Tradução: Jean Claude Bernardet e Rubens Rewald
Direção: Miriam Rinaldo
Atores: Cácia Goulart e José Geraldo Rodrigues
Cenografia: André Cortez
Iluminação: Lúcia Chedieck
Preparação Corporal: Inês Aranha
Música original: Amílcar Farina
Figurinos/adereços/visagismo: Marina Reis
Realização: Núcleo Caixa Preta da Cooperativa Paulista de Teatro


FOnte

11 de março de 2010

Após sucesso no Rio, peça 'As Meninas' chega a SP

A julgar pela leitura do texto e pela experiência e talento dos artistas envolvidos, vem aí um espetáculo com potencial para comover e fazer rir um público bem amplo. Dirigida por Amir Haddad, a montagem "As Meninas" estreia amanhã no Teatro Cultura Artística depois de cumprir temporada de sucesso no Rio.



Em parceria com Luiz Carlos Góes, Maitê Proença é a autora do texto corajoso, na medida em que tem como matéria-prima uma tragédia pessoal, mas igualmente inteligente, pois se afasta completamente de qualquer tom melodramático. A ambientação da peça é um velório e o ponto de vista da narrativa é de duas meninas de 12 anos, Rubi e Luzia, respectivamente filha e sobrinha da morta, assassinada pelo marido, pai de Rubi.

O texto surpreende pelo humor alcançado e, mais ainda, pela liberdade poética: não só a defunta - cansada da posição - se levanta e conversa, como podem sair ainda do caixão avós, cartomantes, antigas empregadas, como se fosse uma espécie de túnel entre vida e eternidade.

Rubi é interpretada por Sara Antunes, atriz cujo talento os paulistanos conhecem por espetáculos como o premiado "Hysteria", do Grupo XIX, do qual é fundadora. A experiente Analu Prestes, de atuações brilhantes como na trilogia da memória de Naum Alves de Souza, é a avó conservadora, desenhada pela autora de forma bem-humorada, num retrato que resvala a madrasta dos contos infantis.

Clarisse Derzié Luz se reveza em vários papéis. "A mãe é interpretada por Vanessa Gerbelli, que é muito boa atriz e Patricia Pinho está muito bem, ela dá o tom de humor com sua interpretação de Luzia, é muito engraçada, mas na medida", diz Amir Haddad. As informações são do Jornal da Tarde.

Divirta-se - As Meninas. Cultura Artística Itaim: Av. Presidente Juscelino Kubitschek, 1.830, Itaim Bibi. 3078-7427. sex., 21h30; sáb., 21h; dom., 18h. R$ 60 e R$ 70 (sáb.). Até 2/5. 80 min. 14 anos

Fonte

10 de março de 2010

Faune e Sacre - Cia. Toshiko Oiwa

Em 10 de março, bailarinos da Cia. Toshiko Oiwa fazem única apresentação de dois balés da companhia russa Ballets Russes, uma das mais influentes do mundo. Serão apresentadas as coreografias Faune e Sacre, no projetoSolos Férteis do Sesc Ipiranga. O corpo de balé foi fundado em São Petersburgo por Serguei Diaghilev e reúne intelectuais e artistas.



Com 10 minutos de duração, Faune é uma releitura da polêmica coreografia L´Aprés-Midi d´un Faune. Criada em 1912 pelo bailarino russo Vaslav Nijinsky para a obra de Debussy, chocou plateias por sua sensualidade. O público é convidado a admirar e se tornar o voyer da intimidade de um fauno.

O solo Sacre utiliza uma versão a quatro mãos para piano da obra-prima de Stravinsky, Sagração da Primavera, para expressar as características da composição: o ritmo da terra, o ciclo de vida e morte. Em resposta à partitura eslava, Toshiko Oiwa questiona as diferentes interpretações de ritmo e musicalidade existentes entre Europa, Ásia e África.


Fonte

3 de março de 2010

Teatro: Cartas A Um Jovem Poeta

O Espaço do 4º Andar da Unidade Provisória do Sesc Avenida Paulista recebe a curta temporada do monólogo dramático Cartas A Um Jovem Poeta. O espetáculo é baseado em obras do poeta checo Rainer Maria Rilke e tem criação, adaptação e interpretação solo
de Ivo Müller.



A montagem parte da troca de correspondências entre o famoso poeta e um jovem indeciso entre a carreira militar ou literária. A peça propõe uma viagem pela formação humana, criação artística e importância do auto-conhecimento e do contato com a natureza do autor.

No palco, Müller interpreta trechos de Cartas A Um Jovem Poeta, Elegias de Duíno, Correspondência Amorosa e dos romances Ewald Tragy e Os Cadernos de Malte Laurids Brigge.

Ficha Técnica

2 de março de 2010

Flechas Do Anjo Do Esquecimento

Em curta temporada no Sesc Pinheiros, o espetáculo Flechas Do Anjo Do Esquecimento é a estreia da companhia teatral As Magnólias, fundada pelas atrizes Gabriela Fontana, Patrícia Gordo e Eveline Maria. Adaptada de texto do autor e diretor espanhol José Sinisterra, a peça fala sobre como a memória é a principal defesa do ser humano diante de suas próprias fragilidades.



"X", a mulher sem nome, é encontrada desmemoriada em um acampamento de sem-teto. Levada a uma clínica, recebe visitas de pessoas que teriam feito parte de seu passado e tentam devolver uma identidade a ela: uma irmã, um ex-noivo, uma ex-amante e um representante de uma avó doente. Ao final, a enfermeira reúne os quatro visitantes em uma sala para informar quem vai ficar com a jovem.

Ficha Técnica

19 de fevereiro de 2010

Teatro Estreia - Hairspray

Entre 19 e 21 de fevereiro, o Teatro Bradesco traz para São Paulo a pré-estreia da peça Hairspray. A versão brasileira do musical da Broadway é baseado no filme homônimo escrito e dirigido por John Waters, lançado em 1988. Com direção e tradução de Miguel Falabella, a montagem nacional é estrelada por Edson Celulari, Danielle Winits, Arlete Salles, Jonatas Faro e apresenta Simone Gutierrez no papel de Tracy Turnblad. A superprodução conta com um elenco formado por 31 atores e 12 músicos.



A história se passa em Baltimore, em 1962. Tracy Turnblad, uma grande garota com um grande penteado e um coração maior ainda, tem duas paixões na vida: a dança e o Corny Collins Show, um programa musical da televisão que é a verdadeira sensação do momento. Mesmo sendo gordinha para os padrões locais, ela prova que possui talento e conquista uma vaga fixa de dançarina no programa. Tracy torna-se uma celebridade do dia para a noite.

Assim, ela começa a ameaçar a hegemonia de Amber Von Tussle, a estrela do programa e filha da produtora do show. A rivalidade entre as duas fica ainda mais acirrada quando elas decidem disputar o mesmo garoto. Para piorar a história, Tracy vai parar na cadeia ao incentivar uma manifestação contra a segregação racial. Para livrá-la da confusão, seu pai tem de hipotecar a loja da família e sua mãe, deprimida, quase desiste de viver. Mas tudo é resolvido com um bom tubo de laquê e muita música.

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27 de janeiro de 2010

Teatro: Outros Passos

O projeto Outros Passos, dedicado à dança contemporânea, traz dois espetáculos em únicas apresentações. Em 27 e 28 de janeiro, Luciana Paludo mostra Composição Para Guitarra e Escápula - e Outras Partes, enquanto Naiá Delion encena Use o Assento Para Flutuar (foto).



O trabalho de Luciana deriva de Você Tem Duas Escápulas (2006). Em parceria com o músico Pedro Rosa Paiva, a bailarina criou ações que combinam com a trilha sonora; gestos e sons que se interligam e promovem sentido ao que emerge. Já a criação de Naiá Delion apareceu durante um período de residência artística. Como ponto de partida, ela listou tudo que possuía e partiu para falar sobre uma dança que não se repete, que não tem fim.

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21 de janeiro de 2010

Teatro Estreia - Cloaca

A última adaptação do Grupo Tapa retorna aos palcos paulistanos. No Teatro Nair Bello, o espetáculo Cloaca reúne a direção de Eduardo Tolentino e os atores Dalton Vigh, Brian Penido Ross, Tony Giusti e André Garolli. Quatro amigos de faculdade se reencontram e fazem um balanço de suas trajetórias, repletas de dramaticidade, leveza e humor.



Maarten (Ross) é um diretor de teatro frustrado. Jan (Garolli) interpreta um político que acabou de se separar da esposa. Pieter (Giusti) passa por constantes problemas profissionais. Tom (Vigh) é um advogado que acaba de sair de uma clínica de dependentes químicos. O texto da holandesa Maria Goos é inédito no Brasil e foi escrito em 2002.

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19 de janeiro de 2010

Teatro - Play



Com direção de Ivan Sugahara e texto de Rodrigo Nogueira, o espetáculo Play traz um adaptação do filme Sexo, Mentiras e Videotape, de Steven Soderbergh. A peça aborda relações amorosas conturbadas, traições e traz depoimentos femininos gravados em vídeo sobre experiências sexuais.

No palco, Ana (Daniela Galli), Cíntia (Maria Maya) e César (Rodrigo Nogueira) vivem o triângulo amoroso retratado no filme. César é casado com a reprimida Ana, mas a trai com a sensual cunhada Cíntia. Então, Jonas (Sérgio Marone), amigo de César, entra na história e desestabiliza as relações. Na peça, Jonas grava mulheres para um projeto profissional que se confunde com a realidade de cada um dos personagens.

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13 de janeiro de 2010

Cada Um Com Seus Pobrema

Sucesso de bilheteria e crítica por todo o país, a comédia Cada Com Os Seus Pobrema está de volta a São Paulo para a diversão do público paulistano. Diante da necessidade de crítica ao cotidiano, o espetáculo, escrito e interpretado por Marcelo Médici, sobe ao palco do Citibank Hall em curta temporada, de 22 a 24 de janeiro.



Em cena, o ator assume o papel de diferentes personagens e, por meio de uma linguagem moderna e humor inteligente, o enredo leva a plateia à gargalhadas do início ao fim.

No enredo, Médici interpreta um ator de teatro que, ao desistir de fazer sua apresentação, começa a falar sobre a própria vida. Assim, surgem no palco os demais personagens da história, politicamente incorretos, que refletem com muito humor inúmeras situações cotidianas e garantem a contemporaneidade do texto e despertam identificação imediata por parte do público.

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5 de janeiro de 2010

Dos à Deux

A companhia Dos à Deux apresenta entre 5 e 13 de janeiro, no Grande Salão da Caixa Cultural, os espetáculos Dos à Deux e Aux Pieds de La Lettre, os quais são marcados pela simplicidade e utilização de poucos recursos materiais.



Dos à Deux é uma releitura da peça Esperando Godot, de Samuel Becket, que se vale de cenários simples que se transformam em cena, com apenas duas cadeiras no palco. Já em Aux Pieds de la Lettre, onde pequenas loucuras solitárias, delírios, rituais de sobrevivência, manias e digressões ecoam através de uma gestualidade poética, oscilando entre tragédia e comédia.

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29 de dezembro de 2009

Despertar...



E 2009 vai chegando ao fim. O Brasil diminui seu ritmo para as festividades de final de ano. E como ser tecnológico que viu nascer a internet e passou a integrá-la como parte do seu cotidiano, vou deixando a web de lado, pelo menos, por uns dias, para curtir um pouco o prazer e a companhia real dos parentes e amigos que permaneceram longe durante o ano e que o único contato foi possível através de telefonemas, e-mails, MSN, facebook, orkut e tantas outras ferramentas. Mas antes desse período sabático, que deve se prolongar pelos próximos 15 dias, deixo minha última contribuição para 2009, um ano que me proporcionou grandes lições, me pôs a prova em outras, me trouxe a possibilidade de resolver antigas pendências e me permitiu trazer o melhor de mim em escritas e textos que devem se perpetuar pelo menos nos próximos dez anos.

Desculpem se a frase acima denota prepotência ou arrogância, mas não é esta a intenção. O ano de 2009 me amadureceu como ser humano e, principalmente, como escritor. Me mostrou caminhos que até então não havia trilhado e que foram fatores condicionantes para o estabelecimento de uma nova linguagem para a forma como me relaciono com a escrita e o leitor. Assim o foi com Cidade das Mariposas, texto que entrará em cartaz em 2010, ainda sem data definida e para o novo texto que está nascendo com o título Doze Horas para o Fim do Mundo. Esse foi um ano de busca e reencontro com a minha essência como escritor. Uma necessidade de renovação e aprendizado que só é possível após se chegar a um determinado momento de uma jornada de vida e perceber que etapas foram cumpridas e que um novo mundo de possibilidades se descortina para você.


E essa necessidade de renovação que percebo não só em mim, mas em muitos artistas da cena carioca. Esse foi um ano atípico que poucas coisas fizeram diferença no teatro. Muitos dos bons espetáculos que estiveram em cartaz já vieram de uma estreia que ocorreu em 2008. Pouco se inovou este ano. É claro que tivemos boas estreias, bons atores em cena, algumas grandes interpretações, mas no geral tudo tem ficado na forma, na grandiosidade, na estética e pouco na humanidade necessária da personagem que a conecta com o público, que o faz acreditar e viver durante aquele pouco tempo aquela vida que lhe é colocada diante dos olhos.

Espetáculos como Zoológico de Vidro e Viver sem Tempos Mortos têm grandes interpretações de Cássia Kiss e Fernanda Montenegro e realmente emocionaram. Ver Fernanda em cena em toda a simplicidade de uma Simone de Beauvior, apenas ela, o público e o recurso da palavra foi uma das cenas mais emocionantes e que chegou a me causar arrepios. Uma das grandes interpretações de 2009, que mostram mais uma vez que o grande ator é o mestre daquele espaço.

Na mesma condição, apesar de formatos diferentes, vemos espetáculos como In on It do canadense Daniel Macivor e Rebú de Jô Bilac, que comprovam que a receita do teatro se faz de texto e ator.

Em paralelo tivemos outros bons espetáculos que os incluiria na categoria entretenimento puro. Veja bem, a palavra não é proferida em tom pejorativo. Despertar da Primavera, Avenida Q e Gloriosa são espetáculos sem grandes questões a serem discutidas, apenas com a função de contar uma boa estória e divertir o espectador. Boas montagens com elenco coeso.

E é claro, teve gente também que correu por fora e uma das grandes surpresas foi o espetáculo Clandestinos de João Falcão. Espetáculo com gente jovem e desconhecida, texto dinâmico e muita diversão e que deve migrar do teatro para a telinha da TV no ano que vem. Um exemplo de que o bom teatro nasce de pequenos desejos, ideias e anseios.

Avaliando a produção teatral, é possível perceber a ausência de bons textos nacionais, escritos para a nossa gente. Quando traçamos um paralelo entre o teatro brasileiro, o americano e o inglês, percebemos a riqueza da cultura dos últimos dois, a pluralidade de estéticas e a profusão de autores. Talvez por isso o grande interesse de atores, produtores, diretores em montar textos estrangeiros. Textos que discorrem sobre grandes questões universais e, que por isso, atraem nossa atenção. O Brasil parece engatinhar no quesito novos autores, pouca gente boa tem surgido na última década e alguns autores tidos como promessas. Bom... por enquanto são apenas promessas.

Portanto, para 2010, fica aqui o meu incentivo para que a produção literária teatral comece a contar cada vez mais com novos autores nacionais, gente disposta a construir um novo capítulo no teatro brasileiro, e de produtores, atores, diretores dispostos a apostar neles, pois a renovação da linguagem e da estética de que tanto falo só será possível através da palavra.

Um super 2010 para nós e para o teatro

Fonte

16 de dezembro de 2009

Teatro - O Pelicano

O Teatro Sérgio Cardoso recebe a adaptação de O Pelicano, texto do dramaturgo August Strindberg. Com direção da premiada atriz Denise Weinberg, o espetáculo mostra como uma família se destrói ao mergulhar fundo em batalhas domésticas e escândalos. As máscaras caem a partir da morte do patriarca do grupo.



Perambulando pela casa, os integrantes da família se humilham, passam por privações, insultos e angústias. A mãe acredita ser "o pelicano" para os filhos, a ave que dá seu próprio sangue para alimentar o filhote. Porém, se mostra uma mulher calculadora, diabólica e obscena.

A matriarca "mata" o marido de desgosto, cansando sua filha com o próprio amante e condenando seu filho ao vício alcoólico. Já a empregada Margret observa os acontecimentos da casa fria e sombria. Os filhos, então, formam uma aliança para se vingarem da profunda falta de amor da mãe.

Ficha Técnica

15 de dezembro de 2009

Teatro - A Alma Imoral

O Teatro Eva Herz re-estreia o espetáculo A Alma Imoral, monólogo da atriz e dramaturga Clarice Niskier, a partir de 9 de março. A direção artística do Teatro Eva Herz é de Dan Stulbach, com supervisão de Amir Haddad.



Com humor fino e delicadeza, Clarice leva à cena adaptações feitas por ela dos pensamentos escritos pelo rabino Nilton Bonder, no livro A alma imoral, no qual aborda o conflito entre o certo e o errado, a obediência e a desobediência e as fidelidades e as traições. A ideia de transformar o texto em teatro surgiu em 2002, quanto a autora ganhou o livro do próprio autor, durante um programa de televisão.

Ficha Técnica
Autor: Nilton Bonder
Adaptação, concepção cênica e interpretação: Clarice Niskier
Supervisão: Amir Haddad
Cenário: Luis Martins
Figurino: Kika Lopes
Iluminação: Aurélio de Simoni
Música Original: José Maria Braga
Preparação Vocal: Célio Rentroya
Direção de Movimento: Márcia Feijó
Preparação Corporal: Mary Lima
Programação Visual: JC Studio - João Gabriel Carneiro e Carol Vasconcellos

Saiba Mais.
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